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Criada em 1948 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Dia Mundial da Saúde é celebrado neste dia 7 de abril, nos chamando a atenção a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional. Essa data foi estabelecida para coincidir com a de fundação da Organização, e foi comemorada, pela primeira vez, em 1950.

Em 2021, a campanha do Dia Mundial da Saúde convocou os líderes mundiais a garantir que a equidade na saúde seja a peça central para a recuperação global pós pandemia COVID-19, resultando em um mundo em que todos tenham condições de vida e de trabalho propícias a uma boa saúde, em que os sistemas de informação em saúde sejam capazes de identificar populações em situação de vulnerabilidade, em que a sociedade civil e os indivíduos sejam parceiros na busca por soluções.

É fato que a COVID-19 atingiu duramente todos os países, mas seu impacto foi mais severo nas comunidades que já enfrentavam vulnerabilidades significativas, estando mais expostas à doença, com menos acesso a serviços de saúde de qualidade e maior probabilidade de sofrer consequências adversas devido às medidas implementadas para conter a pandemia.

Com dois anos de pandemia, se olharmos para trás, percebemos grandes mudanças no setor da saúde para mitigar esses grandes impactos que nos foram impostos. A vacinação foi a estratégia traçada para controlar o caos. Com a vacina, vieram as boas notícias. A ciência mostrou mais uma vez que estava certa e hoje, conseguimos enxergar dias melhores para o ano de 2022. Mas, ainda urge a necessidade de políticas de equidade das vacinas, já que países de baixa renda, especialmente os africanos, têm em média 0,8% de vacinação. A ONU acredita que é possível alcançar a meta da Organização Mundial da Saúde (70%) de levar a vacina a todos com 11 bilhões de doses e ampliar a cobertura de imunização prevenindo o surgimento de novas variantes.

Outro grande avanço na saúde ao longo da pandemia foi a inovação nas instituições de saúde. Os grandes nomes do sistema tiveram que resolver os desafios de longa data de acessibilidade, acesso, qualidade e eficiência. As necessidades que se evidenciaram com a pandemia, aceleraram o processo de busca pela inovação do modelo de atendimento que visa basicamente ajudar a fornecer uma experiência mais eficaz e satisfatória para o paciente e o médico, além de reduzir a curva de custos.

A pandemia elevou a busca nos serviços de saúde através da telemedicina, fazendo com que provedores de saúde atendessem seus pacientes onde eles estavam. Em 2021, as instituições fizeram de tudo para ir além de fornecer uma telemedicina básica. Nesse ponto, vale ressaltar o trabalho idealizado na criação da telemedicina da Healthmap, que foi criada para atender as reais necessidades dos profissionais de saúde e do paciente com uma tecnologia própria. Todo o mapeamento de risco pode ser feito através da nossa plataforma de telemedicina, que é hoje utilizada por mais de 72% dos beneficiários. Nesse contexto, vale destacar a necessidade de ter soluções integradas que possam criar um atendimento médico virtual sem dificuldades ou que comprometa o diagnóstico e tratamento médico.

Também na Healthmap, as instituições de saúde, que são nossas parceiras, podem realizar todo o mapeamento de risco à distância através do disparo de links encaminhados pelos profissionais de saúde diretamente para o paciente. Esse envio pode ser feito por email, SMS ou até mesmo dentro do aplicativo HMap em qualquer situação clínica, desde o primeiro atendimento, como também em momentos mais específicos, por exemplo em rastreamento oncológico, acompanhamento gestacional e/ou doenças crônicas.

Tecnologias cada vez mais modernas na saúde abriu um leque de soluções no mercado que ainda é imensurável, e cada vez mais está dando autonomia para profissionais e beneficiários, no qual ela pode ser incorporada em todos os níveis de atenção, seja em um grande hospital ou em uma unidade de atenção primária à saúde. A adoção de novas tecnologias trouxe inúmeras contribuições para que as operadoras de planos de saúde e empresas pudessem desenvolver um cuidado cada vez mais qualificado e personalizado para os seus beneficiários.

Eliton Souza

Graduado em Jornalismo pelo Centro Universitário UniAcademia. Assessor de comunicação da Healthmap.

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